terça-feira, 25 de março de 2008

"Carjacking" - Roubos violentos aumentam 13% num ano

Notícia


“PSP e GNR já registaram um total de 343 casos, desde Janeiro, em todo o País, contra os 208 ocorridos em 2006.
O roubo de viaturas com recurso a violência e armas de fogo aumentou 13% nos primeiros noves meses de 2007, quando comparado com igual período de 2006. Desde Janeiro já foi roubado, em todo o País, um total de 343 viaturas com recurso ao método conhecido como o «carjacking», contra as 208 registadas em 2006.
A notícia faz manchete na edição desta sexta-feira do «Diário de Notícias». O jornal refere que, ao todo, a PSP já registou 209 casos contra os 184 ocorridos em 2006.
Aos quais se juntam ainda os 134 assinalados, até Outubro, pela GNR, mais 24 do que no ano passado. Os números prometem subir já que o ano ainda não terminou, alertam as autoridades, sendo Lisboa o distrito onde este tipo de criminalidade em grupo continua a subir. A emboscada continua a ser o método preferido dos assaltantes.
«Na maioria das ocorrências, os assaltantes estão à espera das pessoas, em especial nos parques de estacionamento, quando estas chegam do trabalho», explica à Lusa Paula Sacramento, coordenadora de investigação criminal da PJ de Lisboa.
As novas tecnologias de segurança e anti-roubo das viaturas, principalmente das de gamas média e alta, as favoritas dos ladrões, fizeram «disparar» o número de crimes.
«Claro que é mais fácil roubar uma viatura obtendo de imediato as chaves da mesma», admite a responsável da PJ. Paula Sacramento recorda que «cada vez mais os sistemas de segurança das viaturas são infalíveis». A maioria das viaturas (70%) é recuperada num espaço de cinco dias.
Grande parte dos veículos é roubada para a prática de outros ilícitos criminais, na maioria dos casos assaltos a lojas ou bancos. Outro dos motivos deste tipo de crime é o rapto do proprietário para o levantamento de dinheiro em caixas multibanco.
Os alvos favoritos são casais de namorados ou pessoas sozinhas. Não importa o sexo das vítimas. As marcas favoritas dos ladrões são a Mercedes, a BMW, a Audi, a Volkswagen e a Seat”.
In TVI

Cabo Costa vai recorrer para o Supremo

Notícia

“Caso de Sta. Comba Dão
Cabo Costa vai recorrer para o Supremo

O ex-cabo da GNR, António Costa, quer sair da prisão ou, pelo menos, ver a pena reduzida. O serial killer de Santa Comba Dão vai recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça.
A defesa do cabo Costa garante que a investigação foi mal feita, que a matéria de facto não ficou devidamente fundamentada e que houve muitos erros graves na apreciação das provas. Por isso, quer repetir o julgamento ou, pelo menos, atenuar a pena.
António Costa foi condenado a 25 anos de prisão pela morte de três jovens e ao pagamento de 370 mil euros de indemnizações às famílias das vítimas.
O anunciado recurso para o Supremo Tribunal de Justiça segue-se a um outro para o Tribunal da Relação de Coimbra, que foi, entretanto, recusado”.
In TVI

sexta-feira, 21 de março de 2008


Serial Killer do mês de Março


Cabo Costa


Também conhecido como serial killer de Santa Comba Dão, o ex-GNR de 53 anos, foi acusado de matar três jovens, foi condenado à pena máxima – 25 anos de prisão em Cúmulo jurídico – sendo esta a pena máxima pedida nas alegações finais, a 11 de Julho pelo Ministério Público.
António Costa foi considerado culpado pelo Tribunal da Figueira da Foz e respondeu por 10 crimes, três de homicídio qualificado a Isabel Isidoro, Mariana Lourenço e Joana Oliveira, três crimes de ocultação (uma vez que a terceira vítima foi mandada à água ainda viva) e um de profanação de cadáver, dois de coacção sexual na forma tentada e um de denúncia caluniosa.
A convicção do tribunal baseia-se na reconstituição dos crimes, nas escutas telefónicas, entre outros factos.


Embora tenhamos escolhido um "serial killer" português, é importante sublinhar que se tem conhecimento de poucos casos de pessoas com esta patologia de nacionalidade portuguesa.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Cartazes e Concurso

Com o Período escolar a terminar tem sido difícil o grupo reunir-se e deixar por aqui opiniões sobre aquilo que tem feito.
Em baixo podem encontrar o cartaz publicitário deste blog assim como o concurso que se irá realizar...e com Prémios....

PARTICIPA





Incrições feitas na biblioteca ou por aqui. Mesmo assim se quiseres saber mais sobre o assunto contacta o 12º G ou a biblioteca .


Obrigado e Junta-te a nós na descoberta do nosso futuro...da nossa sociedade ...da lei e do crime...

Participa

sexta-feira, 7 de março de 2008

Estudo realizado em sete países Europeus


Notícia


Segundo o “Correio da Manhã”, roupa é motivo de chacota na escola. Consta que um em cada dois alunos portugueses, cerca de 51%, diz que os colegas de escola são gozados pela roupa que usam e 36% por diferenças na aparência física, com o peso, segundo um estudo do Bristish Council.
O estudo, que aborda a forma como os alunos vêem a escola, indica ainda que a cor da pele e a diferença de sotaque são motivo de gozo para 31% dos inquiridos em Portugal, a par com a deficiência.
Na média dos sete países onde se fez o estudo (Alemanha, Bélgica, Espanha, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido) a diferença física é o principal factor de humilhação (39%), seguindo-se as deficiências (34%), a cor da pele e a indumentária (30%).

quinta-feira, 6 de março de 2008

Crime nas cidades - 1280 reclusos foram libertados


As cadeias portuguesas perderam 1280 reclusos no último ano – cerca de 10 por cento do total da população prisional – precisamente no mesmo período em que entraram em vigor as novas leis penais, que limitam a aplicação da prisão e dificultam as detenções.



É a maior diminuição de sempre, de acordo com os dados mais recentes dos Serviços Prisionais: a 31 de Janeiro do ano passado havia 12765 pessoas presas, enquanto que este ano, e na mesma data, a população prisional totalizava 11485 reclusos. Até agora, a maior queda na população prisional acontecera de 2003 para 2004, assistindo-se à saída das cadeias de 766 reclusos. Já em 2007, havia apenas menos 124 reclusos do que em 2006. Numa altura em que se assiste a uma onda de criminalidade violenta, os números preocupam os magistrados, que não têm dúvidas em apontar o dedo à nova legislação, admitindo ainda uma relação entre as dificuldades criadas à investigação e o sentimento de impunidade gerado.“Tudo isto cria uma sensação de impunidade, de inoperância para as autoridades e de insegurança para as pessoas”, disse ao CM António Martins, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, considerando que “a actual legislação penal é seguramente responsável por grande parte destes números”.Também António Cluny, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público admite que “todos estes fenómenos não podem deixar de ser associados” e alerta: “O Governo cumpriu os objectivos de diminuir os presos, mas importa perceber se esta diminuição corresponde à realidade da criminalidade”. Segundo os dados a que o CM teve acesso, a diminuição da população prisional é mais significativa entre os presos preventivos, mas a queda é generalizada: entre homens e mulheres e em todas as principais cadeias.Só no primeiro dia do novo Código de Processo Penal (CPP), a 15 de Setembro, foram libertados 115 reclusos, devido às novas regras da preventiva. O artigo 257 do CPP é um dos mais polémicos da nova lei, uma vez que determina que a detenção fora de flagrante delito só pode acontecer quando houver “fundadas razões” para acreditar que o visado não se apresentará espontaneamente às autoridades – já foi pedida a sua alteração.
in correio da manha